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Vinho: Taxa de rolha e o código de defesa do consumidor

Vinho: Taxa de rolha e o código de defesa do consumidor

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Por Rachel Capucio

A grande maioria dos restaurantes permitem que os clientes levem sua própria bebida para harmonizar com os pratos do cardápio.

Sendo assim, o estabelecimento cobra um valor extra por isso é o que denominamos de “taxa de rolha”. A cobrança é lícita, desde que informada de maneira clara ao consumidor.

Geralmente esse valor é cobrado para remunerar o serviço prestado, ou seja, por oferecer o trabalho do sommelier para lhe servir, oferecer as taças adequadas, manter o vinho na temperatura ideal para consumo, decantar se for necessário, entre outras coisas.

No Brasil, assim como em outros países, a taxa de rolha não é regulamentada por lei, logo não há um preço fixo a ser cobrado pelo serviço.Há lugares em que a taxa pode chegar até R$ 100,00.

Assim sendo, fique atento e procure saber de antemão o valor cobrado por cada restaurante. Vale lembrar, que o preço é cobrado por garrafa aberta e é por esse motivo que se fala que a taxa é de “rolha”.

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Rachel Capucio

Rachel Capucio

Rachel Capucio de Paula e Silva é advogada, graduada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte(UNI-BH), pós-graduada em Direito do Estado (Universidade Anhanguera/Uniderp) e em Ciências Criminais ( Faculdade de Direito Padre Arnaldo Janssen).

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