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Saquê

Saquê

Saquê

 

Por Lucas Machado

O saquê é uma tradição nipônica. Com diferentes graus de pura e meticulosa seleção de grãos, a bebida tem raridades garimpadas nas lojas locais e que não chegam ao Brasil.

Técnicas milenares e tradições que são respeitadas podem fazer de alguns saquês bebidas exclusivas, ao ponto de não serem encontradas em lojas especializadas.

E com um grade diferencias diferente do mundo do vinho, os exclusivos não são sinônimo de mais caros. Outra característica o saquê tradicional é uma bebida para ser consumida logo – com data de validade na garrafa.

O que não diminui a o estilo e qualidade de um premmium e o fascínio que ele exerce sobre o seus apreciadores. Resultado da fermentação do arroz, a bebida nacional japonesa e dividida em categorias de acordo com a qualidade do arroz e o tipo de álcool.

O supra-sumos são ainda os Junmai daiginjo, que não leva álcool destilado, que em sua fermentação, são usados grãos polidos, ou seja entre 51% e 70% do arroz podem ser descartados.

Até hoje , o mais falado e conhecido pela sua raridade é o chamado, Daiginjo Kukurihime, que sua maturação as vezes ultrapassa os cem anos.

Interessante também é que o saquê não é melhor ou pior pela região o que conta mesmo é a qualiti a fermentação das matérias- primas e a técnica toji (mestre fermentador) que é passado de família em família e com casos já se passou de 50 gerações.

Não é a toa que alguns especialistas perguntam se apenas o processo é tão importante, mas especialistas afirmam que o processo bem feito torna o produto mais leve.

Confira alguns nomes:

Daiginjo Kukurihime

Denshu

Kubota

Dewazakura

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Lucas Machado

Lucas Machado

Escritor, profissional de Marketing e Comunicação.

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