Lucas Machado

Sangue bom

Sangue bom

A Ragga não levanta bandeiras, pelo contrário, somos contra qualquer tipo de ortodoxia. Acreditamos que ninguém é melhor do que o outro, simplesmente procuramos levar aos nosso leitores e admiradores uma forma de expressar as nossas convicções ideológicas, com primazia fazemos um conteúdo para os jovens que respiram a cultura de rua, comportamento, esportes? extremos, estilo de vida e mais, gratuitamente.

“O projeto Ragga Sangue Bom, da revista Ragga, intensifica sua proposta e faz um apelo a jovens e adultos para doarem sangue na época do carnaval. O objetivo é incentivar a realização desse nobre gesto, para reforçar o estoque dos bancos de sangue na semana que antecede as festas de carnaval.

O núcleo de comunicação jovem dos Diários Associados em Minas Gerais reuniu artistas e personalidades em prol da causa. Os músicos Gabriel Pensador e Fernanda Takai, a atriz Priscila Fantin, o estilista Ronaldo Fraga e o skatista Sandro Dias, são alguns dos que já abraçaram o projeto.

“Sou doadora de sangue e medula há muito tempo. O ato de doar é uma forma muito especial de mostrar ao mundo que você se importa com as outras pessoas sem nem mesmo conhecê-las. Decidi participar do Ragga Sangue Bom, porque o público mais jovem tem que ser lembrado a toda hora de que ele pode amplificar seu papel como cidadão de um jeito simples, seguro e essencial para quem precisa. Ser sangue bom é ser uma pessoa atenta ao mundo que nos cerca e tentar torná-lo melhor com pequenos gestos cotidianos”, afirma Fernanda Takai.

Já Priscila Fantin garante que acredita no projeto por ser formadora de boa opinião e por ser sangue bom.

Lançado em novembro do ano passado, o Ragga Sangue Bom é uma parceria da Ragga com a Hemominas – Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais.

Vale lembrar que não apenas em época de festas os hemocentros necessitam de doações. Elas devem ser feitas durante todo o ano. É por isso que a Ragga chama a atenção para a causa e, por meio do projeto social Ragga Sangue Bom, incentiva a mudança de comportamento. “Essa é uma mudança cultural. É preciso que as pessoas criem o hábito de doar um pouco de si pelo outro”.
Doar sangue não dói e salva vidas.

 

Sangue bom

Lucas Machado

Lucas Machado

Escritor, profissional de Marketing e Comunicação.

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