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Ruby: o chocolate rosa

Ruby: o chocolate rosa

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Por Rachel Capucio

Após 80 anos da descoberta da última variedade de chocolate, o branco, o chocolate rosa é uma inovação que foi apresentada recentemente ao público. O primeiro chocolate a ser criado foi o amargo, a partir da manipulação do cacau com um pouco de açúcar. E por último, veio o chocolate branco, decorrente da adição de leite a esta fórmula, formando uma manteiga.

Finalmente o chocolate ruby chega “in natura” ao mercado. Considerado o quarto tipo de chocolate, depois do amargo, ao leite e branco, o mesmo foi desenvolvido pela Barry Callebaut, a maior fabricante de chocolate e de produtos de cacau do mundo.

O chocolate rosa é feito através de espécies de cacau cultivadas no Brasil, no Equador e na Costa do Marfim. Desenvolveu a cor rosa devido à técnica de processamento. Outras são as suas peculiaridades: possui 47,3% de teor de cacau, praticamente a mesma de um chocolate meio amargo.

Apesar disso, sua textura é semelhante à do chocolate branco, devido a quantidade de gordura , em torno de 36%. E o seu sabor é bem exótico.

Com a chegada do ruby, confeiteiros e chocolatiers tem se rendido aos encantos desta nova explosão de sabor. Esse novo tipo de chocolate, trouxe um leque novo para todos que trabalham na área.

O chocolate tradicional, por ser muito intenso, às vezes anula outros sabores. Já o ruby permite várias harmonizações diferentes.

Onde encontrar:

O RB1 (nome técnico do chocolate ruby) pode ser encontrado em lojas de confeitaria ou com revendedores. O preço da embalagem de 2,5kg sai por R$ 200, em média; quase R$ 70 a mais que a mesma quantidade do chocolate meio amargo (50% cacau) da Callebaut.

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Rachel Capucio

Rachel Capucio

Rachel Capucio de Paula e Silva é advogada, graduada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte(UNI-BH), pós-graduada em Direito do Estado (Universidade Anhanguera/Uniderp) e em Ciências Criminais ( Faculdade de Direito Padre Arnaldo Janssen).

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