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Piso, paredes e revestimentos: como combinar na escolha dos materiais

Piso, paredes e revestimentos: como combinar na escolha dos materiais

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Ao longo de uma construção e reforma, uma das etapas mais complicadas é a escolha e combinação do piso com o revestimento das paredes. Na maioria das vezes, essa dificuldade se deve a existência de uma grande variedade de cores, formatos e texturas do produto ou mesmo pelo simples desejo de conciliar os estilos das duas superfícies mais importantes para a harmonização de uma casa.

Nem sempre esse processo precisa ser tão complexo e demorado, para isso, a arquiteta e proprietária da empresa Sempre Arquitetura, Raquel Aguiar, que também atua como parceira da empresa Ecogranito, irá fornecer algumas dicas para adquirir produtos que unam qualidade e beleza e ainda apontará as principais formas de acertar na hora de decidir e conciliar a estética dos materiais.

Para a escolha do revestimento ideal, primeiramente, é preciso entender que eles irão acarretar papéis essenciais na decoração de um ambiente. Seja para despertar alguma sensação ou promover os afazeres comuns a alguns cômodos de uma casa, o produto deve ser selecionado com o objetivo de atender as necessidades e funcionalidades de cada espaço. “O revestimento pode ser aplicado com o intuito de dar amplitude a um local. Já em outras circunstâncias, ele pode ser eleito para dar maior praticidade ao desempenho de atividades comuns a algumas áreas do lar. Ainda pode ser selecionado com a finalidade de oferecer uma atmosfera de conforto e aconchego a um cômodo de uma residência. Sendo assim, lembro que é fundamental se definir quais são os objetivos e efeitos a serem alcançados com a obra, antes da compra do revestimento”, ressalta a arquiteta.

Segundo Raquel Aguiar, a combinação do que vai ser usado no chão e nas paredes não é uma regra. No entanto, a arquiteta lembra que as pessoas não devem esquecer a relevância da compatibilidade entre os elementos de uma decoração. “Ou seja, não é necessário que tudo combine, mas é indispensável que os materiais utilizados em um ambiente sejam dispostos de maneira proporcional, convidativa e agradável, para que todos os outros componentes decorativos sejam valorizados”, comenta.

A arquiteta explica que existem diversas ideias de como se combinar as paredes com o piso. Uma das formas mais básicas de fazer essa conciliação estética entre os revestimentos para piso e parede é por meio das cores e tonalidades. “O investimento em pisos e paredes que possuam cores parecidas ou tons similares é uma das alternativas mais tradicionais. Para priorizar um visual atemporal e clean, o uso de cores mais claras e neutras como o bege, cinza e o branco pode ser uma boa escolha”, aconselha.

O emprego de cores contrastantes e de tons claros com os mais escuros também são bem interessantes para dotar o espaço de um estilo mais divertido e irreverente, mas com muita elegância. “A combinação de pisos mais alvos com paredes de cores mais quentes como o laranja, vermelho e o amarelo dão um ar de sofisticação ao local. Já o uso de pisos mais escuros com paredes mais claras aumenta a sensação de amplitude. Ainda lembro que o uso de cores mais quentes também transmite um ar de aconchego e equilíbrio. Elas são indicadas para locais de maior movimentação de pessoas como as cozinhas, salas, e estabelecimentos comerciais”, indica.

Entretanto, as cores frias, de acordo com Raquel, contribuem para um clima de relaxamento e calmaria, também colaborando para a acentuação de um aspecto de limpeza. Sendo recomendadas para a decoração de banheiros, quartos e ambientes de pouca iluminação. “Já o uso da cor preta tanto no chão quanto nas paredes é aconselhado para lugares de grandes proporções”, sugere.

Raquel aponta que um dos produtos que possui mais de 30 cores – estas que ainda podem ser recombinadas e darem origem a novas tonalidades – e que se apresenta como uma excelente opção para o revestimento de paredes ou mesmo de outros tipos de instalações como churrasqueiras e objetos decorativos, é o Ecogranito. “Com a aparência semelhante ao das rochas ornamentais do granito, o produto agrega grande valor aos imóveis em que se é aplicado e ainda possui um ótimo custo-benefício. Sendo de fácil aplicação e ampla aderência, ele é flexível, leve e adaptável a diversas superfícies, sejam elas planas, curvas ou de formatos irregulares”, aponta.

Outras vantagens do Ecogranito, conforme a arquiteta, é a sua produção, que é realizada a partir de um processo sustentável. “Algo que ajuda de forma profunda na amenização de possíveis impactos ambientais”, destaca. Como última dica, a arquiteta afirma que, seja no uso do Ecogranito ou de outros revestimentos, é imprescindível contar com a colaboração de profissionais qualificados.  “Somente eles poderão auxiliar tanto na correta aplicação do material, quanto no impedimento de possíveis futuras patologias”, conclui.

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Lucas Machado

Lucas Machado

Escritor, profissional de Marketing e Comunicação.

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