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Natal 2017

Natal 2017

Natal 2017

Por Raissa Fortes

Tempos de festas, família reunida, amigo oculto, ceias fartas de gostosuras! É tempo de Natal, tempo de montar aquela árvore que aguarda seus enfeites, seu pisca-pisca para deixá-la mais majestosa, da montagem do presépio, de deixar aquele cantinho recheado de presentes!

Tempo de alegria e festividades. Já parou para pensar na origem de tais tradições? As antigas civilizações que habitaram no continente europeu e asiático antes de Cristo já consideravam as árvores como um símbolo divino, realizando cultos e festivais em seu favor.

Marcava a simbologia entre os céus e a mãe terra. Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros e levavam para seus lares, onde enfeitavam de forma muito semelhante à atual.

Os povos antigos acreditavam que o Sol era um deus e que o inverno vinha todos os anos porque esse deus havia enfraquecido, por esse motivo que plantas e árvores que permaneciam verdinhas todo o ano tinham um significado especial durante os rigorosos invernos.

Era uma forma de amuleto para que os dias mais amenos e agradáveis voltassem trazendo a vida. Portanto, "é uma celebração que tem a ver com o calendário agrícola, originalmente.

E, como todo calendário agrícola, ele está preocupado com a fertilidade do solo e a manutenção do ciclo da natureza, revela Pedro Paulo Funari, professor de história e arqueologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em entrevista ao Portal Terra.

Existem várias lendas em torno de como começou a tradição da árvore como se conhece hoje, sendo a mais famosa a de Martinho Lutero. A história conta que, uma noite antes do Natal, ele estava andando pela floresta e olhou para cima para ver as estrelas brilhando por entre os galhos das árvores.

Ele achou que aquilo era tão bonito que foi para casa e disse a seus filho que a cena lembrava Jesus, que deixou as estrelas do céu para vir a Terra no Natal. Então, para reproduzir e bela cena que tinha presenciado, ele levou uma árvore para casa e a enfeitou com velas.

O primeiro uso documentado de uma árvore Natalina foi na praça da antiga de cidade de Riga, capital da Letônia, no ano de 1510, com uma placa traduzida em oito idiomas.

Mas a árvore de Natal só se difundiu pelo resto do planeta a partir de 1841, quando o príncipe Albert (1819-1861) – esposo alemão da rainha Vitória – montou uma delas no palácio real britânico.

Na época, o império vitoriano dominava mais de meio mundo e o costume logo se tornou universal. A partir daí, a cultura norte-americana ficou como precursora em matéria de decoração de Natal.

Na Espanha, a árvore de Natal chegou no início do século XX, assim como na América Latina. Hoje temos árvores de todos os modelos, tamanhos e gostos. Você pode tanto comprar ela pronta com todos os enfeites ou até usar de sua criatividade na elaboração de uma.

O que vale é a simbologia que ela traz do espírito natalino recheado de fé, alegria, bondade e celebração!

Feliz Natal e até! beijuss

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Raissa Fortes é Designer de Ambientes, Desenhista, Advogada, observadora e curiosa, entusiasta do Design, das Artes e do comportamento humano.

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