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As mulheres mais poderosas no volante

As mulheres mais poderosas no volante.

Há muito tempo atrás, depois dessa frase, vinha um bordão. Mas não estou aqui para reviver frases machistas e sim falar um pouco do que acontece no mundo do automobilismo em relação ao hoje em dia, nada frágil sexo.

O automobilismo sempre foi um esporte predominantemente masculino. Mas, para algumas mulheres, esporte a motor faz sim parte de suas vidas.

E não é de hoje que várias mulheres se aventuram nesse esporte, não dando a mínima se os homens gostam ou não de sua presença ali. Uma das pioneiras foi Maria Teresa de Filipis, que correu na Fórmula 1 na década de 1950.

As mulheres mais poderosas no volante

Foto: Divulgação.

Divina Galica e Desirré Wilson também tentaram a sorte, porém sem conseguir tempo para alinhar nos grids da categoria principal.

Foto: Divulgação.

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Foto: Divulgação.

Entre essas, várias outras mulheres se aventuraram nas pistas em categorias de ponta. Muito poucas com sucesso, é verdade, mas só a presença delas nos grids já era uma amostra de que, apesar de poucas, elas queriam vir para brigar com os homens.

Nesse universo onde nem sempre os bons vingam, algumas mulheres tentaram, mas muito poucas conseguiram resultados expressivos. Porém, algumas se destacaram e andaram de igual para igual com os homens em categorias não menos importantes, como a Fórmula Indy, Indy Ligth e Nascar, isso lá fora.

Uma das mulheres que conquistou não só o coração dos americanos pela sua beleza, mas pela técnica nas pistas (apesar de muita gente achar o contrário) foi Danica Patrick, que correu na Indy Ligth, Fórmula Indy e agora atua na categoria principal e é xodó dos americanos, a Nascar Nationwide Series. Ela chegou a vencer uma prova na Fórmula Indy, em Montegi, no Japão.

Foto: Divulgação.

 

 

O Brasil não fica atrás nesse quesito. Por aqui temos em atuação hoje em dia, Débora Rodrigues, que ficou famosa primeiro por ser  a sem terra que posou para uma revista masculina e hoje corre em condição de igualdade com os homens numa categoria considerada difícil até por eles, que é a Fórmula Truck, disputada em enormes caminhões derivados dos brutos que trabalham no dia a dia.

Foto: Divulgação.

Esposa de outro piloto da categoria, Suzane, com o apoio do marido, vem fazendo bonito nas corridas. Antes disso, Suzane foi campeã Brasileira e sul americana na Fórmula 3, na categoria B. Primeira e única mulher no mundo a conquistar tal feito, ela foi parar no Guiness Book dos recordes e para a enciclopédia Barsa. Além disso, venceu também o campeonato argentino Copa de Damas e o campeonato carioca de turismo.

No mesmo caminho, veio Ana Beatriz Figueiredo, a Bia Figueiredo. Ela começou no Kart e seu melhor resultado foi o de campeã da copa Sorriso Petrobrás, em 2003. Em 2008, Bia foi para os EUA, correr na Indy Ligth e já na décima etapa em Nashville, ganhou sua primeira corrida, sendo a primeira mulher a vencer nessa categoria. Em 2010,fez sua estreia na categoria principal, a Formula Indy, aqui mesmo no Brasil, largando em 23º e chegando em 13º. Em 2011, foi confirmada como piloto oficial da equipe Dreyer & Reinbold.

Foto: Divulgação.

 

Como se pode ver,  apesar das limitações e dificuldades do meio, as mulheres mostram que, com dedicação e persistência, elas podem chegar lá.

 

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