DestaquesFelipe ReisFitnessLucas Machado

Liberdade

Liberdade

Liberdade

Por Felipe Reis

Be Freedom!
Penso sempre em mim primeiro.
Complexo não? Afinal vivemos em sociedade. Quem vai querer conviver com alguém assim? Se analisarmos essas pessoas profundamente vai perceber que são espíritos que não evoluíram e pararam no tempo deles. Nada adianta você tentar ajudar.
Vai se doar por alguém que nunca irá reconhecer e ser grato por você. A gratidão é uma lição e devemos sempre buscar evoluir em algo, ao contrário paramos no tempo.
Mas como é difícil absorver a ingratidão, não é mesmo?
Afinal, o que será que passa na cabeça das pessoas que são ingratas? Muitas confundem a ingratidão com a filosofia de vida em ser livre. Gostar de si sempre em primeiro lugar é um pensamento medíocre de alguém em constante ruína social. Se todos nós pensarmos apenas em si, como iremos evoluir espiritualmente? A gente cresce quando sai da nossa zona de conforto.
Isto significa que aprender a viver e evoluir com as diferenças nos torna alguém em constante evolução. Pessoas que não trabalham sua evolução pessoal tornam-se estagnadas. Você não veio ao mundo apenas de passagem. Pessoas que não evoluem espiritualmente ficam presas para sempre no mesmo lugar. Não absorva o mal destes espíritos imaturos para você, isso te faz andar pra trás.
Já notei que algumas pessoas se preocupam com vinganças por tempo suficiente em suas vidas igual personagem de novela. Tenho uma tese sobre isso que economiza tempo e esforço emocional.
Imagine uma pessoa que fala pelas costas, engana os outros e é desleal com você. Sua primeira atitude diante da descoberta do mau caratismo dessa pessoa é tentar revidar, mostrar o quão injusto ela foi e em alguns casos passar anos remoendo aquela história numa tentativa de reaver sua paz de espírito.
Honestamente, não consigo ver a utilidade em ficar brigando mentalmente com alguém que me fez mal, ainda que eu saiba que essa é a estratégia típica de nossa mente preguiçosa. Sim, preguiçosa, pois o ódio é a maneira mais preguiçosa de lidar com um mal feito sobre nós.
O ressentimento é um certo estado de covardia mascarada de justiça em que nos engajamos numa luta imaginária contra um inimigo sem alma. Qual o resultado disso? Anos gastos planejando vinganças que nunca se cumprirão, ou seja, energia emocional gasta de forma inútil quando poderia estar sendo usada para amar, brincar, se divertir e seguir em frente.
Toda a criatividade que você gasta no ranço psicológico “contra” aquela pessoa é como se tentasse matar alguém tomando você mesmo o veneno.
A forma mais inteligente de sair de uma agressão recebida é, SAIA POR BAIXO, deixe que a pessoa se sinta vitoriosa e deseje que ela saia de “sucesso” em “sucesso” afastando todas as pessoas ao redor dela. O próprio veneno emocional que ela carrega em si dará conta de fazê-la permanecer distraída do essencial da vida que é ser feliz.
Se você que recebeu algo ruim ainda ficar anos à fio engajado numa tentativa vã de retratação ou sair por cima (mostrando o quão errada e desonesta aquela pessoa foi) nada mais vai conseguir do que se ocupar de lixo mental.
Se você realmente acha que foi prejudicado não se permita perpetuar mais azedume dentro de você, se desligue dessa história e gaste toda sua energia em construir novas relações positivas.
Já vi muita gente de coração bom se deixar envenenar e se tornar gente mesquinha e amargurada por ter alimentado um sentimento de injustiça pessoal. Com o tempo se tornaram tão destrutivas e tóxicas quanto aquela pessoa que acusavam.
O amor une, mas o ódio congela você e seu agressor. Não deixe isso acontecer com você, siga em frente e só volte a olhar para trás quando já estiver suficientemente forte e feliz para isso. Com certeza irá olhar tudo aquilo com novos olhos e vai tirar belas lições sobre você mesmo. Perceberá que não foi uma vítima indefesa ou tão ingênua quanto imaginou.
Quanto aquela pessoa que lhe casou mal? A colheita virá! Deus é justo e é por isso que o mundo dá voltas… Pra quem tem fé a vida nunca tem fim. Be GRATEFUL!
Leia mais matérias do escritas pelo escritor. Felipe Reis

 

Destrinchando

Destrinchando

Anterior

Ludmilla Rabelo

Próximo

Diferença entre motivação e inspiração