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Freddie Mercury

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Freddie Mercury

Bohemian Rhapsody

 

Destrinchando

Que o Queen foi uma banda excepcional não tem muitos humanos que viveram e vivem na face da terra que irão discordar, muito menos de Fred Mercury. Um verdadeiro gênio não falo isso pela sua ascensão agora vista no cinema através desse filme que na minha opinião realmente ficou na minha mente por dias.

Mas é notório como Fred era como diz a gíria acima da média ou fora da curva, com insights de deixar qualquer mestre da criação de boca aberta e além disso a capacidade de lidar com uma banda e suas idas e vindas, através de suas performances.

Mas e a crítica? Aí vem toda uma outra questão, foi ou não jabá, era ou não para ser mesmo o ganhador do prêmio? Bom eu fico aqui com os próprios integrantes da banda, que segundos eles mesmos ficou pra lá de incrível, pois irmãos, não foi eu nem muito menos vocês, que conviveram com o cara durante anos e sim eles.

Fica ai um registro de uma das figuras mais marcantes da história do rock é uma oportunidade para poucos cineastas. Quando essa figura é alguém com uma personalidade tão rica, cheia de nuances e de complexidades quanto a de Freddie Mercury, é um privilégio ainda mais exclusivo. Portanto, Bryan Singer (de “Os Suspeitos” e quase toda a saga “X-Men”) teve nas mãos uma chance de ouro de apontar a câmera para um personagem de carisma e talento inigualáveis e debruçar-se sobre suas contradições, intimidade e trajetória.

O que vemos em “Bohemian Rhapsody”, na verdade, será como outras películas que veremos uma verdade, entre outras que ainda iremos ter a oportunidade de aprender e mais que isso, tirar nossas conclusões pois a absoluta cabe a quem viveu.

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Lucas Machado

Lucas Machado

Escritor, profissional de Marketing e Comunicação.

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