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Clássico russo

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Orquestra para os Jovens, de Benjamin Britten. O evento é voltado para estudantes do ensino básico e médio.

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Uma história que mistura fantasia e música erudita está no repertório da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais na série Concertos Comentados. Sob regência do maestro Sérgio Gomes, o corpo artístico da Fundação Clóvis Salgado executa a obra Pedro e o Lobo, composta por Sergei Prokofieff em 1936. A narração da história será feita pela diretora de produção artística da FCS, Cláudia Malta.

Na versão original de Pedro e o Lobo que será executada pela OSMG, as crianças são introduzidas à história por meio de etapas. Primeiro, são apresentados os instrumentos que serão utilizados para dar vida às personagens. Em seguida, conhecem a história de Pedro, que vive com seu avô no interior da Rússia e se aventura por uma floresta.

Durante as apresentações, Cláudia Malta conta para a plateia a história da composição de Prokofieff, chamando a atenção para detalhes e curiosidades que norteiam o universo de Pedro e Lobo. A diretora também vai destacar instrumentos utilizados pelo compositor para ambientar a narrativa e que determinam as características de cada personagem do conto.

Em Pedro e o Lobo, cada personagem é representado por um instrumento ou naipe da orquestra e possui um tema musical. Pedro, por exemplo, é representado pelas cordas; o Avô, pelo fagote; o oboé faz as vezes do pato, a clarineta representa o Gato, o Passarinho é a Flauta Transversal e os Caçadores, a percussão.

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais – Considerada uma das mais ativas do país, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre, na capital e no interior de Minas Gerais. Seu atual regente titular é Silvio Viegas. Criada em 1976, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais em 2013.

Participa da política de difusão da música sinfônica promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Concertos Comentados, Sinfônica ao Meio-dia, Sinfônica em Concerto, além de integrar as temporadas de óperas realizadas pela FCS. Mantém permanente aprimoramento da sua performance executando repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo, além de grandes
sucessos da música popular, com a série Sinfônica Pop.

Já estiveram à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais os regentes Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos. Sérgio Gomes – Graduado em trompa pela UFMG em 1997, nasceu no estado do Rio de Janeiro e iniciou seus estudos musicais com seu pai, o maestro Sebastião Gomes, e de trompa aos 11 anos na Escola de Música de Brasília com o professor Raimundo Martins. Em 1977, passou a integrar como primeiro trompista a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas atuando também como solista. Em 1981, foi convidado a participar da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais como primeiro trompista e solista.

Esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais na Série Sinfônica no Museu, Concertos Educativos, Concertos no Parque, Concerto na Cidade, Sinfônica ao Meio-Dia, Sinfônica em Concerto e Sinfônica Pop. Atualmente, Sergio é o primeiro trompista solista e regente-assistente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.

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