DestaquesDestrinchando

Caso goleiro Bruno

Caso goleiro Bruno

Foto: Jornal Estado de Minas

Destrinchando

Por Dra. Rachel Capucio

O goleiro Bruno Fernandes, que cumpre pena em Varginha, Minas Gerais, acusado de ter matado Eliza Samudio, foi condenado pela Justiça no processo que apurou falta grave cometida por ele em outubro do ano passado.

Na ocasião, de acordo com uma reportagem da TV Alterosa, o goleiro Bruno foi flagrado em um bar da Associação de Esportes, próxima à Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), no horário em que, a princípio, deveria estar trabalhando, acompanhado de algumas mulheres e bebida, logo após ter marcador um encontro por celular.

Instaurado PAD (Processo Administrativo disciplinar), embora Bruno tenha sido absolvido no mesmo, o juiz Tarciso Moreira de Souza, da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha, achou por bem reapreciar o caso a pedido do Ministério Público.

De acordo com o magistrado, o simples fato de utilizar aparelho celular, para a finalidade de marcar encontro com pessoa que não faz parte da família, bem como estar, na companhia de pessoas, sejam homens ou mulheres, que não guardam relação com o local em que prestava trabalho externo, estando o reeducando em cumprimento de regime fechado, por si só já configura falta grave.

O juiz também ressalta que a APAC de Varginha , ainda não foi efetivada, apesar de ter surgido em 1978. “Não tem, ainda, uma sede terminada, não há convênio com o Estado de Minas Gerais. Ou seja, há apenas uma obra em construção, bem verdade que na fase final”. “Isto posto, e considerando tudo mais que dos autos constam,
tenho que o reeducando, conhecer do método APAC, traiu seus ideais, bem como a confiança que lhe foi depositada quando da concessão de autorização para o desempenho de trabalho externo na obra de construção da APAC”, argumentou o juiz de Varginha.

A defesa do goleiro irá recorrer da decisão. Desta feita, além de perder o direito ao trabalho externo, o
mesmo não terá direito a progressão de regime antes de 2023.

Leia mais:

O goleiro Bruno Fernandes, que cumpre pena em Varginha, Minas Gerais, acusado de ter matado Eliza Samudio, foi condenado pela Justiça no processo que apurou falta grave cometida por ele em outubro do ano passado.

Na ocasião, de acordo com uma reportagem da TV Alterosa, o goleiro Bruno foi flagrado em um bar da Associação de Esportes, próxima à Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), no horário em que, a princípio, deveria estar trabalhando, acompanhado de algumas mulheres e bebida, logo após ter marcador um encontro por celular.

Instaurado PAD (Processo Administrativo disciplinar), embora Bruno tenha sido absolvido no mesmo, o juiz Tarciso Moreira de Souza, da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha, achou por bem reapreciar o caso a pedido do Ministério Público.

De acordo com o magistrado, o simples fato de utilizar aparelho celular, para a finalidade de marcar encontro com pessoa que não faz parte da família, bem como estar, na companhia de pessoas, sejam homens ou mulheres, que não guardam relação com o local em que prestava trabalho externo, estando o reeducando em cumprimento de regime fechado, por si só já configura falta grave.

O juiz também ressalta que a APAC de Varginha , ainda não foi efetivada, apesar de ter surgido em 1978. “Não tem, ainda, uma sede terminada, não há convênio com o Estado de Minas Gerais. Ou seja, há apenas uma obra em construção, bem verdade que na fase final”. “Isto posto, e considerando tudo mais que dos autos constam,
tenho que o reeducando, conhecer do método APAC, traiu seus ideais, bem como a confiança que lhe foi depositada quando da concessão de autorização para o desempenho de trabalho externo na obra de construção da APAC”, argumentou o juiz de Varginha.

A defesa do goleiro irá recorrer da decisão. Desta feita, além de perder o direito ao trabalho externo, o
mesmo não terá direito a progressão de regime antes de 2023.

Leia mais:

Como desintoxicar o organismo

Rachel Capucio

Rachel Capucio

Rachel Capucio de Paula e Silva é advogada, graduada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte(UNI-BH), pós-graduada em Direito do Estado (Universidade Anhanguera/Uniderp) e em Ciências Criminais ( Faculdade de Direito Padre Arnaldo Janssen).

Anterior

Como desintoxicar o organismo

Próximo

Especialistas alertam sobre atividade física regular